“Linh, me perdoe. Eu não sabia que isso era verdade. Eu nunca quis te magoar.”
Naquela noite, sentei-me na varanda.
Mamãe se aproximou e deu um tapinha no meu ombro.
“Filha, o amor não é pecado. Mas às vezes, o destino faz com que as coisas não durem, mas sim para nos ensinar a perdoar e a dizer adeus.”
Chorei — não de raiva, mas de pena e compreensão.
Eu sabia que o que sentia era verdade, mas não podia continuar assim.
Alguns meses depois, Nam deixou a cidade.
Ele deixou uma carta:
“Obrigada, Linh, por me lembrar como é amar novamente.”
Quando nos encontramos, recuperei parte do passado que havia perdido.
E quando conheci sua mãe, encontrei minha própria paz.
Mesmo que não fôssemos feitos um para o outro, guardarei sua bondade em meu coração pelo resto da minha vida.”