A bondade nem sempre ruge. Às vezes, ela simplesmente espera — em silêncio — e deixa a vida falar por si mesma.
Certa tarde, enquanto deitava minha filha Alyssa para dormir, o céu lá fora brilhava em tons de laranja.
Acariciei sua bochecha macia e sussurrei:
“Meu amor, talvez eu não consiga te dar uma família perfeita,
mas prometo uma vida tranquila —
uma vida onde nenhum homem ou mulher seja considerado superior ao outro,
onde você será amada simplesmente por quem você é.”
O mundo lá fora estava em silêncio, como se estivesse ouvindo minhas palavras.
Sorri em meio às lágrimas.
Pela primeira vez, não eram lágrimas de dor —
eram lágrimas de liberdade.